quinta-feira, 3 de setembro de 2020

HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA - pontos de encontros

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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

DEUS É A NOSSA FORÇA

 DEUS É A NOSSA FORÇA

INTRODUÇÃO

A Bíblia sempre apresenta Deus como a nossa força. Deus é a força da sua Igreja na terra. Os

estudiosos das línguas originais da Bíblia o chamam de Adonai Maoz Haiai, “O Deus que é a força da

minha vida”, ou Netsáh Israel, “Aquele que é a força de Israel”. O Senhor é a Força do seu povo, Deus é

a nossa Força. Toda a nossa força e disposição para lutar e vencer vem do Senhor, nosso Deus. A palavra

“força” é sinônimo de robustez, poder, vigor, pujança física, autoridade e exercício da vontade. Em

relação ao nosso Deus, ninguém consegue medir forças com Ele. Ele é o Deus fortíssimo, Todo-Poderoso

e invencível. Nessa qualidade, Ele é o Fortalecedor do seu povo. Vejamos.

A PRESENÇA DE DEUS COMO A NOSSA FORÇA NAS

ESCRITURAS

1. Em Jz 6.14, o Senhor diz a Gideão: “Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas;

porventura, não te enviei eu?”

2. Em Jz 16.19, após Sansão revelar o segredo da sua força a Dalila e ter-lhe permitido cortar as sete

tranças do seu comprido cabelo “retirou-se dele a sua força”. Isso mostra que Sansão, cujo nome,

significa “sol”, não tinha força própria; a sua força vinha de Deus.

3. Em 1Sm 2.4, Ana afirmou que “o arco dos fortes foi quebrado, e os que tropeçavam foram cingidos

de força”.

4. Em 2Sm 22.33, Davi se expressa, dizendo: “Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele

perfeitamente desembaraça o meu caminho”.

5. Em 2Sm 22.40, Davi ainda diz: “Porque me cingiste de força para a peleja, fizeste abater debaixo

de mim os que se levantaram contra mim”.

6. Em 1Rs 19.8, é dito que o profeta Elias se levantou, comeu e bebeu; e, com a força daquela comida,

caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus. Em 2Cr 25.8, lemos: “Deus

tem força para ajudar e para fazer cair”.

7. Em Ne 8.10, lemos: “A alegria do Senhor é a vossa Força”. O patriarca Jó afirma que o Senhor sabe

ajudar ao que não tem força e prestar socorro ao braço que não tem vigor (Jó 26.2).

8. No Sl 29.11, o salmista diz que “o SENHOR dará força ao seu povo; o SENHOR abençoará o seu povo

com paz”. No Sl 84.5, o salmista diz: “Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo

coração estão os caminhos aplanados”. No Sl 84.7, o salmista ainda afirma que os que habitam na

casa de Deus “vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece diante de Deus”.

9. Em Is 27.5, o próprio Senhor oferece a sua força, dizendo: “Que se apodere da minha força e faça

paz comigo; sim, que faça paz comigo”.

10. Em Is 40.29, é dito que o Senhor “dá vigor ao cansado e multiplica as forças do que não tem nenhum

vigor”. E, em Ef 6.10, Paulo nos aconselha, dizendo: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no

Senhor e na força do seu poder”.

CONCLUSÃO

Nenhum ser humano pode confiar na sua própria força. Não existe nenhum competidor invencível e

nenhum lutador imbatível. O homem não vence pela sua própria força. A nossa força vem de Deus. Deus

é a nossa força!

BOM ÂNIMO PARA ESPANTAR O DESÂNIMO

BOM ÂNIMO PARA ESPANTAR O DESÂNIMO

INTRODUÇÃO

Nesse texto sagrado, o salmista nos oferece três vitaminas espirituais para superar as dificuldades da

vida: 1) Espera no Senhor; 2) anima-te; e 3) ele fortalecerá o teu coração (Sl 27.14). O desânimo diante

dos problemas e dificuldades da vida consegue roubar a esperança do homem no Senhor e enfraquecer o

seu coração. Porém, um homem animado consegue esperar no Senhor, e o seu coração é fortalecido pelas

promessas de Deus. Por isso, a primeira coisa que Jesus dizia para espantar o desânimo dos aflitos era:

“Tem bom ânimo” (Mt 9.2; 9.22; Mc 6.50 etc.).

PESSOAS QUE RECEBERAM ÂNIMO NAS ESCRITURAS

1. Em Nm 13.20, prenunciando o desânimo que se abateria sobre os espias, Moisés fortaleceu o ânimo

deles, dizendo: “Esforçai-vos e tomai do fruto da terra”. Apesar de constatarem que a terra era boa,

os desanimados espias só enxergaram as dificuldades (Nm 14.27-29).

2. Em Js 2.11, Raabe revelou aos dois espias israelitas o desânimo que se abateu sobre os temidos

inimigos de Israel, dizendo: “Ouvindo isso, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo

algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e

embaixo na terra”. Em vez de ficarmos desanimados, são os nossos inimigos que devem perder o

ânimo de enfrentar-nos!

3. Em 1Cr 12.33, é dito que: “De Zebulom, dos que saíam ao exército, ordenados para a peleja, com

todas as armas de guerra, cinquenta mil, também destros, para ordenarem uma batalha com um

coração constante”. “Coração constante”, ânimo resoluto! Esta era a disposição com que estes

soldados saíam para a batalha!

4. Em 2Cr 15.8, é dito que Asa, rei de Judá, recobrou ânimo, fortaleceu-se e renovou o altar do

Senhor.

5. Em 2Cr 32.5, a Palavra de Deus afirma que Ezequias, rei de Judá, “se fortificou, e edificou todo o

muro quebrado até às fontes, e levantou o outro muro por fora, e fortificou a Milo na Cidade de

Davi, e fez armas e escudos em abundância”.

6. Em 2Cr 32.7-8, vemos que o rei Ezequias ainda animou o povo contra Senaqueribe, rei da Assíria,

dizendo: “Esforçai-vos e tende bom ânimo; não temais nem vos espanteis por causa do rei da

Assíria… Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e

para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá”. Um povo

animado, e com a força do Senhor se torna imbatível diante do inimigo que ameaça!

7. Em Ne 4.6, Neemias fala da importância do ânimo do povo, dizendo: “Assim, edificamos o muro, e

todo o muro se cerrou até a sua metade; porque o coração do povo se inclinava a trabalhar”.

8. Em Jó 3.20, Jó se expressa, dizendo: “Por que se dá luz ao miserável, e vida aos amargurados de

alma”. Em Mt 9.2, Jesus concedeu luz e vida ao amargurado paralítico de Cafarnaum, dizendo:

“Filho, tem bom ânimo; perdoados te são os teus pecados”.

9. Em Mt 9.22, Jesus concedeu luz e vida à amargurada mulher do fluxo de sangue, dizendo: “Tem

ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã”.

10. Em Jo 16.33, Jesus concedeu luz e vida aos desanimados e aflitos, dizendo: “Tenho vos dito isto,

para que em mim tenhais paz; no mundo, tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.

11. Em At 27.22, Paulo anima os desesperados passageiros de um navio, dizendo: “Mas, agora, vos

admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o

navio”. Em At 27.36, Lucas escreveu que “tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer”.

Uma palavra de ânimo muda situações aparentemente irreversíveis!

12. Em 1Ts 5.14, Paulo nos manda fortalecer os desanimados, dizendo: “Rogamo-vos, também, irmãos,

que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos e sejais pacientes

para com todos”.

CONCLUSÃO

Bom ânimo é um antídoto para espantar o desânimo. Bom ânimo é o remédio para vencer o medo e

superar os desafios e dificuldades da vida. Em 1Pe 3.8, o apóstolo Pedro também nos aconselha: “E,

finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, estranhavelmente

misericordiosos e afáveis”. 

YAHWEH-YASHAR — O SENHOR É RETO

 Sl 25.8

Sermão 360

YAHWEH-YASHAR — O SENHOR É RETO

INTRODUÇÃO

Esse texto sagrado declara que “bom e reto é o SENHOR”. A palavra “retidão” vem de uma raiz

hebraica que significa “direito” ou “que não tem curvatura”. A retidão pode ser definida como o viver

santo e correto, segundo os padrões de Deus. A retidão de Deus implica leis e exigências retas, podendo

nós chamá-la de “santidade legislativa”. Nesse atributo, vemos revelado o empenho de Deus pela

santidade, que sempre o impele a fazer e a exigir o que é reto e direito (Sl 145.17; Jr 12.1; Jó 17.25;

Sl 116.5). Todos os requisitos exigidos por Deus aos homens são absolutamente retos em seu caráter.

Sendo assim, a retidão do homem é definida em função da retidão de Deus. Os estudiosos das línguas

originais da Bíblia o chamam de Yahweh-Yashar, “O Senhor é reto”.

A RETIDÃO DE DEUS NAS ESCRITURAS

1. Deus sempre cobra a retidão dos seus filhos nas páginas das Escrituras Sagradas. Em Dt 6.18,

Moisés nos aconselha: “E farás o que é reto e bom aos olhos do SENHOR, para que bem te suceda…”

2. Em Dt 32.4, Moisés ainda escreveu: “Ele é a Rocha cuja obra é perfeita, porque todos os seus

caminhos juízo são; Deus é a verdade, e nele não há injustiça; justo e reto é”.

3. Em Jz 21.25, lemos que “naqueles dias, não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que parecia

reto aos seus olhos”. Esse quadro de anarquia no período dos juízes, reforça a necessidade de

seguirmos um padrão divino de retidão, imposto pela lei de Deus.

4. Em 1Rs 15.5, vemos que “Davi tinha feito o que era reto aos olhos do Senhor e não se tinha

desviado de tudo o que lhe ordenara em todos os dias da sua vida, senão só no caso de Urias, o

heteu”. Apesar de ser reto em muitas de suas atitudes, Davi carregou consigo essa mancha negativa.

5. Em 1Rs 15.11, é dito que “Asa fez o que era reto aos olhos do SENHOR, como Davi, seu pai”. E, em

2Rs 14.3, o escritor sagrado afirma que Amazias “fez o que era reto aos olhos do SENHOR, ainda que

não como Davi, seu pai…” Era uma retidão relativa!

6. Em 2Rs 18.3, o escritor sagrado escreveu acerca de Ezequias, dizendo: “Fez ele o que era reto aos

olhos do SENHOR, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai”. A retidão de Ezequias pesou muito na

decisão divina de prolongar os seus dias sobre a terra, quando ele orou, dizendo: “Ah! SENHOR! Sê

servido de te lembrar de que andei diante de ti em verdade e com o coração perfeito e fiz o que era

reto aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo” (2Rs 20.3).

7. Em 2Rs 22.2, vemos que Josias “fez o que era reto aos olhos do SENHOR; e andou em todo o

caminho de Davi, seu pai, e não se apartou dele nem para a direita nem para a esquerda”. Apesar de

suas falhas, Davi sempre é citado como padrão de retidão para os reis de Israel e de Judá.

8. Em Jó 1.1, a Palavra de Deus afirma que “havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este

era sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal”.

9. Em Jó 8.5-7, é dito que “se tu, de madrugada, buscares a Deus e ao Todo-Poderoso pedires

misericórdia, se fores puro e reto, logo despertará por ti e restaurará a morada da tua justiça. O teu

princípio, na verdade, terá sido pequeno, mas o teu último estado crescerá em extremo”.

10. No Sl 101.6, Davi escreveu, dizendo: “Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam

comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá”. E, em Pv 2.21, Salomão afirma que “os

retos habitarão a terra, e os sinceros permanecerão nela”.

11. Em Ec 7.29, o sábio Salomão ainda afirma que “Deus fez ao homem reto, mas ele buscou muitas

invenções”. E, em At 10.22, é dito que o centurião Cornélio era homem reto e temente a Deus e tinha

o bom testemunho de toda a nação judaica.

12. Em Hb 12.13, somos aconselhados: “fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que

manqueja não se desvie inteiramente; antes, seja sarado”.

CONCLUSÃO

O Senhor é Aquele que nos ensina o caminho da retidão! Infelizmente, alguns “deixando o caminho

direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça”

(2Pe 2.15). Entretanto, “bom e reto é o SENHOR; pelo que ensinará o caminho aos pecadores” (Sl 25.8). O

Senhor é reto!

QUEM É O REI DA GLÓRIA?

 Sl 24.8

Sermão 359

QUEM É O REI DA GLÓRIA?

INTRODUÇÃO

A expressão usada por Davi nesses versículos relembra a volta da arca do concerto para Jerusalém,

que, na visão judaica, representava a presença do próprio Rei da glória, o Senhor dos Exércitos,

entrando em Jerusalém. Entretanto, essa mensagem messiânica se cumpriu literalmente por ocasião da

entrada triunfal de Jesus Cristo, o Rei da glória, em Jerusalém.

I. A INDAGAÇÃO DOS PROFETAS ACERCA DO REI DA GLÓRIA

1. A expressão poética e profética de Davi também cria um suspense nesses versículos: “Quem é este

Rei da Glória?” Perguntas como esta foram feitas em outras ocasiões.

2. Em Pv 30.4, o rei Agur pergunta: “Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus

punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra?

Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu Filho, se é que o sabes?”

3. Em Is 63.1, o suspense continua, e o profeta Isaías pergunta: “Quem é este que vem de Edom, de

Bozra, com vestes tintas? Este que é glorioso em sua vestidura, que marcha com sua grande força?”

4. Em 1Pe 1.10-12, o apóstolo Pedro afirma que os profetas indagaram, inquiriram e até perscrutaram

acerca deste mistério guardado em silêncio desde os tempos eternos.

II. A REVELAÇÃO DO REI DA GLÓRIA

1. Em Lc 19.28-38, a profecia se cumpre, e Jesus Cristo, o Rei da Glória entra em Jerusalém de forma

triunfal.

2. Em Jo 5.39, o próprio Rei da glória afirma que as Escrituras testificam da sua pessoa.

3. Em 1Co 2.7-8, o apóstolo Paulo afirma que Jesus Cristo é o Senhor da glória.

4. Em Mt 24.29, é confirmado que todos verão Jesus Cristo vindo sobre as nuvens do céu, com poder e

grande glória, pois Ele é o Rei da glória (Ap 19.11-16).

CONCLUSÃO

O poder e a glória de Cristo são tão grandes que até as pessoas acostumadas a ver os seus milagres,

ficavam pasmadas e perplexas e diziam: “Que homem é este?” (Mt 8.27). Em Tg 2.1, o apóstolo Tiago,

irmão de Jesus, refere-se ao Senhor Jesus Cristo como o Senhor da glória. Glória ao Senhor Jesus Cristo!

A GRAÇA DO SENHOR JESUS CRISTO SEJA COM TODOS

 Ap 22.21

Sermão 1.002

A GRAÇA DO SENHOR JESUS CRISTO SEJA COM

TODOS

INTRODUÇÃO

Neste texto sagrado, o apóstolo João usa uma das frases prediletas de Paulo para concluir o

Apocalipse e o próprio cânon sagrado, dizendo: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos

vós. Amém!” Ao ler as Cartas Paulinas, é possível encontrar esta frase, seja na introdução, seja na

conclusão (Rm 1.7; 1Co 1.3; 16.23; 2Co 1.2; Gl 1.3; Ef 1.2; Fp 1.2; Cl 1.2; 4.18; 1Ts 1.1; 5.28; 2Ts 1.2;

3.18 etc.). Paulo era apaixonado pela graça de Jesus! Na própria bênção apostólica, Paulo destaca o

amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do Espírito Santo (2Co 13.13). Graça não é mérito humano!

Graça é favor divino imerecido por nós! Entretanto, a graça de Jesus Cristo não só aparece nos escritos

de Paulo, como permeia toda a essência da mensagem cristã. E João, o apóstolo do amor, concluiu de

forma magistral a Bíblia com esta assinatura e rubrica de Cristo, dizendo: “A graça de nosso Senhor

Jesus seja com todos vós.”

AS PÁGINAS DA BÍBLIA SÃO PERMEADAS PELA GRAÇA DE

JESUS CRISTO

1. Em Lc 2.52 o evangelista destaca a graça operando em Jesus Cristo desde menino: “E crescia Jesus

em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.” E, em Jo 1.14, João afirma:

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai,

cheio de graça e de verdade.”

2. Em Jo 1.16 a Bíblia afirma: “E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre

graça.” E, em Jo 1.17, a Bíblia diz: “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram

por Jesus Cristo.”

3. Em At 14.3 Lucas escreveu que o Senhor confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, pelas

mãos de Paulo e Barnabé, se fizessem sinais e prodígios.

4. Em At 15.10-11 a Bíblia afirma que o grande embate entre judeus e gentios no primeiro concílio

mundial do cristianismo só foi resolvido quando eles entenderam a graça do Senhor Jesus Cristo,

dizendo: “Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem

nossos pais nem nós podemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus

Cristo, como eles também.”

5. Em Rm 3.24 Paulo afirma que fomos “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que

há em Cristo Jesus”. E, em Rm 5.20, a Palavra de Deus afirma que “onde o pecado abundou,

superabundou a graça”.

6. Em 2Co 8.9 o apóstolo Paulo entra na essência da graça de Cristo, dizendo: “porque já sabeis a

graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela

sua pobreza, enriquecêsseis.”

7. Em 2Co 12.9 Paulo recebe o alento da graça de Cristo, quando o próprio Senhor da graça lhe disse:

“A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…”

8. Em Ef 1.7 o apóstolo da graça de Deus afirma: “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a

remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça…” E, em Ef 2.8, a Bíblia ainda diz: “Porque

pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.”

9. Em 1Tm 1.14 Paulo afirma: “E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em

Jesus Cristo.” E em 2Tm 2.1 Paulo aconselha Timóteo a se fortalecer na graça de Cristo, dizendo:

“Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.”

10. Em Ap 22.21 a Bíblia não poderia ser concluída de uma maneira tão esplêndida, a não ser com esta

frase: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém!”

CONCLUSÃO

Talvez a paixão de Paulo pela graça de Jesus Cristo esteja no fato de ele, ao se sentir o principal de

todos os pecadores, ter sido alcançado pela maravilhosa graça de Jesus Cristo (1Tm 1.14-16)! Porém,

João também introduzia suas Epístolas citando a graça de Cristo, dizendo: “A graça, a misericórdia, a

paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, sejam convosco na verdade e

amor” (2Jo 3).

sexta-feira, 12 de junho de 2020

O Valor da Informação – Dicas Importantes

O Valor da Informação – Dicas Importantes

A informação é um patrimônio muito valioso de uma empresa ou indivíduo. Ela procede da coleta de dados diários. Esses dados são processados e estruturados levando a tomada de decisões. Tornam-se informação. Essas informações produzem decisões, que associadas às interpretações e as experiências humanas produzem o conhecimento. A utilização do conhecimento pode ampliá-lo, aperfeiçoá-lo e melhorar suas estratégias. Todavia, pode haver perdas, danos, informações imprecisas ou acesso indevido. Por isso é de muita importância a defesa das informações.

Na proteção da informação existem cinco pilares:

1. Integridade: a informação deve ser confiável.

2. Disponibilidade: a informação precisa estar disponível às pessoas autorizadas. Um provedor que “cai” e as pessoas não têm acesso à informação é uma falha de segurança.

3. Não repúdio: emissor e receptor não podem negar comunicação entre eles. Como funciona, por exemplo, a assinatura eletrônica. O não repúdio pode ser usado nos tribunais.

4. Autenticidade: a informação é realmente da fonte anunciada. Cuidado com e-mails falsos, boletos falsos e sites falsos.

5. Confidencialidade: o acesso à informação deve ser para quem é permitido. Será que quem acessar aquela informação pode acessá-la? Se houver acesso indevido quais problemas vão acarretar?

Qual o ciclo de vida de uma informação? Nem sempre uma vulnerabilidade pode se tornar um alvo de ataques. Mas é possível. Por isso, toda vulnerabilidade, seja no lugar que a informação é armazenada (hardware, instalação predial, roubos) ou em sua operação (software, mau uso do sistema, bugs, códigos viciados, senhas fracas), deve ser identificada, analisada e constantemente monitorada. Todo monitoramento deve levar em conta o manuseio, o armazenamento, o transporte e o descarte da informação.

Toda ameaça pode se concretizar através de uma vulnerabilidade e causar impactos a uma organização ou a indivíduos. Esses impactos podem ir de leves a graves, muitas vezes ligados à confiabilidade da informação. Saiba que uma informação pode ser:

1. Irrestrita – qualquer um pode acessar.

2. Restrita – pessoas autorizadas podem acessar. Se “vazar” não causa impactos graves.

3. Confidencial – algumas pessoas podem acessar. Se “vazar” causa impactos médios a graves.

4. Secreta – Poucas pessoas têm acesso. Se “vazar” causa impactos graves. Cuide de suas informações. Pode ser uma senha bancária, um aplicativo de banco, arquivos confidenciais, imagens particulares, banco de dados de uma organização, documentos de identificação pessoal.

Cuidado, pois uma vulnerabilidade são as redes sociais, fornecem muitas vezes dados postados pelos usuários que podem se tornar fonte para ameaças. Acredita que até lixo, papéis jogados fora, se tornaram material para ameaças e ataques? Há muita informação pessoal ou corporativa que indivíduos maliciosos podem explorar. Cuide-se, não se exponha!

Márcio Ruben – Gestão da Segurança da Informação

Visite: Teologia 


sábado, 2 de maio de 2020

CURSO DE TEOLOGIA

Bem-vindo ao Curso de Teologia

Aqui você estudará os conceitos básicos da Teologia: Estudo sobre Deus, a Trindade, o pecado, a formação do homem, a sua salvação, a obra de Cristo, sua natureza, a natureza dos seres criados, sobre o Espírito Santo, a Igreja, as últimas coisas,História da Igreja,Bibliologia,  Apologética, Introdução ao Antigo Testamento e Novo Testamento, Hermenêutica.
As avaliações acompanharão cada módulo aula.
Os certificados serão emitidos por disciplina concluída ou ao final do curso. Média 5 ( 50% de cada disciplina).
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Segue a grade do curso básico:

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